sábado, 30 de março de 2013
Altamiro Borges: O servil Marcelo Tas entrevista FHC
Por Altamiro Borges
Por sugestão do internauta Marcelo Gonçalves, o blog do amigo Renato Rovai postou o vídeo acima. Ele ajuda a entender o humorismo reacionário do CQC, comandado por Marcelo Tas. O jornalista até tenta se travestir de independente, irreverente e meio "anarquista". Pura balela! Ele sempre foi um tucano enrustido e um elitista metido, que só engana os mais ingênuos. Não é para menos que ele tem tanto ódio do chamado "lulopetismo" e que tenha autorizado a cafajestice do CQC nesta semana contra o deputado José Genoino.
No vídeo, o chefão Marcelo Tas - "o intrépido, irônico, lacônico, duro", como brinca Rovai - entrevista Fernando Henrique Cardoso. É só bajulação, puxa-saquismo da pior qualidade! Com o tempo, a ligação com os tucanos e reacionários só aumentou. Não é para menos que ele foi chefe de cerimônia de um evento dos demos e que hoje é uma das estrelas do Instituto Millenium, o antro dos barões da mídia golpista.
No vídeo, o chefão Marcelo Tas - "o intrépido, irônico, lacônico, duro", como brinca Rovai - entrevista Fernando Henrique Cardoso. É só bajulação, puxa-saquismo da pior qualidade! Com o tempo, a ligação com os tucanos e reacionários só aumentou. Não é para menos que ele foi chefe de cerimônia de um evento dos demos e que hoje é uma das estrelas do Instituto Millenium, o antro dos barões da mídia golpista.
Globo e Dilma derrotarão a blogosfera?
Por Renato Rovai, em seu blog:
Azenha anunciou que vai fechar o Viomundo depois de perder ação na justiça movida pela Globo. É uma notícia-bomba. Uma derrota parcial da luta pela democratização no país. E quando alguém perde, outro alguém ganha. Os vencedores são os grandes grupos econômicos de comunicação, mas também uma boa parte do governo que anda mais preocupada com negócios do que em construir políticas públicas que modifiquem a imensa concentração deste segmento.
No momento, estou em Tunis, na Túnisia, cobrindo o Fórum Social Mundial. Antes de vir pra cá estive em Brasília. Conversei com muita gente. E confirmei o que já imaginava. Primeiro, que o governo Dilma não vai mexer no que considera um vespeiro, a regulamentação da comunicação. Segundo, que o ministro Paulo Bernardo deixou de ser apenas uma adversário desta tese. Passou a se um inimigo. E mais do que isso, agora instrumentaliza nossa luta para conquistar ainda mais poder.
Bernardo hoje é o homem dos grandes grupos de comunicação no PT. É o sujeito que livra as teles e a Globo dos “monstros” que querem a regulamentação e a democratização. E o que fazemos, no fundo, o ajuda a ampliar seu poder. Foi neste contexto que seu secretário-executivo, Cezar Alvares, teria dito a frase de que o governo Dilma não faria a regulamentação das comunicações. Aquilo não foi um deslize. Foi a assinatura de um contrato público com o povo da radiodifusão. Foi a Carta ao Povo Brasileiro de Dilma com esses setores. Eles queriam um sinal claro. Bernardo deu.
Mas não é só isso. Paulo Bernardo (e não só ele) também tem se referido a blogueiros como vagabundos e pilantras. E completa a frase com “e o governo ainda sustenta essa gente…”. Convenhamos, isso é bobagem. O que não é bobagem é que ele tem feito pressão pessoal para que ninguém mais apoie os poucos veículos que ainda recebem alguma verba publicitária. (Aliás, se você quer saber o tamanho deste apoio, leia este artigo do Miguel do Rosário.)
Nos Correios, por exemplo, a ordem é clara. Se algum centavo for destinado a esse “povo”, cabeças rolarão. Procure algo dos Correios em qualquer veículo da mídia alternativa ou livre. Mas também procure na Veja, na Globo, na Folha e no Estadão…
Azenha não está anunciando o fechamento do seu blogue por causa da Secom e do Paulo Bernardo. Mas também não está fazendo isso só por causa da Globo. Se a gente tivesse nesta luta pela democratização da mídia, mas não se sentisse sendo usado, talvez ele não tivesse tomado esta atitude.
Espero que ela ainda reflita e que um movimento cidadão o anime a seguir em frente. Azenha nunca teve um centavo de recurso público no seu blogue. E desde que o conheço nunca se mostrou interessado neste tipo de financiamento. Mas ele sonhou junto com muitos de nós que teríamos condição de melhorar a correlação de forças da comunicação no Brasil. Imaginou que tínhamos aliados. E ouviu, como eu, discursos de muitos se comprometendo com a causa.
E com o tempo passando, foi percebendo que só estávamos sendo usados. É este o exato sentimento: usados. E talvez essa sua decisão seja um sinal para um movimento que pode se tornar bastante importante. O Azenha não pode ficar sozinho nisso. É hora de refletir.
No momento, estou em Tunis, na Túnisia, cobrindo o Fórum Social Mundial. Antes de vir pra cá estive em Brasília. Conversei com muita gente. E confirmei o que já imaginava. Primeiro, que o governo Dilma não vai mexer no que considera um vespeiro, a regulamentação da comunicação. Segundo, que o ministro Paulo Bernardo deixou de ser apenas uma adversário desta tese. Passou a se um inimigo. E mais do que isso, agora instrumentaliza nossa luta para conquistar ainda mais poder.
Bernardo hoje é o homem dos grandes grupos de comunicação no PT. É o sujeito que livra as teles e a Globo dos “monstros” que querem a regulamentação e a democratização. E o que fazemos, no fundo, o ajuda a ampliar seu poder. Foi neste contexto que seu secretário-executivo, Cezar Alvares, teria dito a frase de que o governo Dilma não faria a regulamentação das comunicações. Aquilo não foi um deslize. Foi a assinatura de um contrato público com o povo da radiodifusão. Foi a Carta ao Povo Brasileiro de Dilma com esses setores. Eles queriam um sinal claro. Bernardo deu.
Mas não é só isso. Paulo Bernardo (e não só ele) também tem se referido a blogueiros como vagabundos e pilantras. E completa a frase com “e o governo ainda sustenta essa gente…”. Convenhamos, isso é bobagem. O que não é bobagem é que ele tem feito pressão pessoal para que ninguém mais apoie os poucos veículos que ainda recebem alguma verba publicitária. (Aliás, se você quer saber o tamanho deste apoio, leia este artigo do Miguel do Rosário.)
Nos Correios, por exemplo, a ordem é clara. Se algum centavo for destinado a esse “povo”, cabeças rolarão. Procure algo dos Correios em qualquer veículo da mídia alternativa ou livre. Mas também procure na Veja, na Globo, na Folha e no Estadão…
Azenha não está anunciando o fechamento do seu blogue por causa da Secom e do Paulo Bernardo. Mas também não está fazendo isso só por causa da Globo. Se a gente tivesse nesta luta pela democratização da mídia, mas não se sentisse sendo usado, talvez ele não tivesse tomado esta atitude.
Espero que ela ainda reflita e que um movimento cidadão o anime a seguir em frente. Azenha nunca teve um centavo de recurso público no seu blogue. E desde que o conheço nunca se mostrou interessado neste tipo de financiamento. Mas ele sonhou junto com muitos de nós que teríamos condição de melhorar a correlação de forças da comunicação no Brasil. Imaginou que tínhamos aliados. E ouviu, como eu, discursos de muitos se comprometendo com a causa.
E com o tempo passando, foi percebendo que só estávamos sendo usados. É este o exato sentimento: usados. E talvez essa sua decisão seja um sinal para um movimento que pode se tornar bastante importante. O Azenha não pode ficar sozinho nisso. É hora de refletir.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Chávez sabia que os serviços especiais dos EUA estavam atrás dele | Brasil de Fato
Chávez sabia que os serviços especiais dos EUA estavam atrás dele

Hugo Chávez era um político que enfrentou a realidade e sabia como era odiado por Washington e pela oposição dos EUA em todas as questões políticas ou econômicas
Nil Nikandrov
Hugo Chávez não era o homem obcecado com a ideia de estar sendo seguido e observado, como a propaganda tentou mostrar. Ele era um político que enfrentou a realidade e sabia como era odiado por Washington e pela oposição dos Estados Unidos em todas as questões políticas ou econômicas. Ele tratou com seriedade as ameaças vindas dos presidentes Bush e Obama, do Departamento de Estado e do Pentágono. Ele sabia muito bem que os serviços especiais do Ocidente tinham um arsenal diversificado de meios para fisicamente liquidar pessoas.
Fidel Castro compartilhou essa experiência, houve mais de 600 tentativas de assassinato contra ele cometidas pela CIA e a inteligência militar dos EUA. Até mesmo um número limitado de documentos secretos tornados públicos recentemente provam que não havia limite para os serviços especiais, que usaram inclusive atiradores de elite e veneno para cumprir uma tarefa.
Fidel o acusou de ser descuidado e recomendou que ele prestasse mais atenção ao seu redor. Ele disse que haviam surgido novas tecnologias e não era seguro aceitar comida que fosse oferecida. Ele disse ao Chávez: “Chávez se cuide. Essa gente [os estadunidenses] desenvolveram tecnologias. Você é muito descuidado. Cuidado com o que você come, o que lhe oferecem para comer...uma pequena agulha e eles te injetam com deus sabe o quê”.
O presidente e os serviços de segurança estavam preocupados com a propagando ocidental maciça que demonizava Chávez, apresentando-o como uma ameaça ao “mundo livre”, religião, propriedade privada e valores tradicionais da família. Algumas pessoas, quando sujeitas a efeitos emocionais sistemáticos, se tornam propensas a cometer atos terroristas. Segundo estatísticas, houve dezenas de tentativas de assassinato contra Chávez cometidas por pessoas dementes que vinham armados participar de reuniões e demonstrações. Alguns agentes da lei foram vítimas de tal impacto. Em fevereiro de 2008, alguns oficiais da Guarda Nacional foram presos acusados de participar de uma tentativa de assassinato. Em setembro de 2008, um grupo de militares foi detido enquanto preparava um ataque com o uso de lançadores de granadas contra o Força Aérea 1.
Os serviços especiais dos EUA fizeram as primeiras tentativas para acabar de vez com o Chávez durante a campanha presidencial de 1998. Um grupo de pistoleiros profissionais, contratados pela CIA na Colômbia e na Republica Dominicana, seguiram o então candidato durante a sua campanha em lugares isolados na Venezuela. Atiradores de elite deitados em emboscadas foram vistos próximos a locais onde o presidente fez comícios. Depois disso, a caçada a terroristas que tentavam cumprir a missão de matar Chávez se tornou uma rotina diária dos serviços de segurança bolivarianos. Em maio de 2009, Laurent Bouquet, um francês, e três dominicanos foram detidos. Em seu apartamento foram encontrados rifles, metralhadoras, granadas e um quilo de explosivos. Segundo o Ministro de Assuntos Internos da Venezuela, Tarek El – Aissami, o grupo havia sido encarregado do assassinado de Chávez. Bouquet era um militar da ativa das forças armadas de um dos países europeus. Segundo vazamentos na internet, os serviços dos EUA organizaram o envio do oficial da inteligencia militar francesa para a Venezuela.
A vitória de Chávez nas eleições presidenciais de 2012 era inevitável. No período entre 2009 e início de 2010, a missão de eliminar Chávez estava na lista de prioridades da comunidade de inteligência dos EUA. Os métodos tradicionais, por exemplo, assassinatos cometidos por pessoas dementes, queda de aeronaves, e afins, foram descartados. O uso de venenos conhecidos também estavam fora de cogitação. Houve muitos casos de líderes latino-americanos que foram neutralizados dessa maneira. Uma bala, um acidente de avião ou veneno iriam indicar quem estava por detrás da ação.
Portanto, a contaminação que levou a uma doença incurável foi escolhida como a forma de se fazer o trabalho. Era tecnicamente possível. José Vicente Rangel escreveu no artigo “Câncer Inoculado”, publicado em 17/03/2013 na edição do jornal Últimas Notícias, que experimentos para obtenção de crescimento canceroso haviam sido conduzidos nos EUA por pelo menos 40 anos. Os laboratórios situados em Fort Detrick, Maryland, realizam pesquisas clandestinas sobre armas biológicas; o Instituto Nacional do Câncer está situado lá também. O Laboratório Nacional de Pesquisa do Câncer Frederick, que funciona sob a supervisão da CIA e do Pentágono, é um exemplo disso. Como fontes da internet relatam, um programa especial do vírus do câncer foi desenvolvido com sucesso lá. O vírus do câncer entra no sangue e no sistema linfático. O acesso ao DNA faz com que o vírus seja personalizado e mais eficaz. Isso nos remete a um documento publicado no WikiLeaks, com instruções do Departamento de Estado para a embaixada dos EUA no Paraguai para furtivamente obter DNA dos quatro candidatos à presidência. O documento menciona os quatro candidatos, mas o real interesse estava no candidato de esquerda Fernando Lugo, um aliado em potencial de Hugo Chávez, que apoiou a ideia da criação de "um eixo de estados populistas" no continente. Dois anos após a eleição, Lugo adoeceu com câncer linfático, uma forma mais branda do que a que o falecido Chávez desenvolveu. Ele teve que ir ao Brasil para tratamento, enquanto o vice-presidente Federico Franco, o filho favorito da CIA e do Departamento de Estado, governou o país.
A epidemia de câncer na América Latina se espalhou acometendo os presidentes de esquerda, fato que não poderia passar desapercebido. Fernando Lugo, Luís Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff, Cristina Férnandez de Kirchner foram diagnosticados. Eles foram marcados com a Mancha Negra, um aviso de que não é seguro se opor aos interesses dos Estados Unidos no cenário internacional. A morte de Hugo Chávez demonstrou as implicações que podem se seguir. Para quem não está convencido de que os EUA estão envolvidos em uma limpeza, tentando se livrar de líderes hostis, basta lembrar o destino de muitos políticos influentes em muitas regiões de importância estratégica. As ações punitivas ainda não acabaram. Eles golpearam contra a Síria, e o Irã e Paquistão são os próximos. Depois será a vez dos membros do BRICS, os EUA farão todo o possível para evitar que se tornem uma força internacional poderosa do século XXI.
Chávez advertiu sobre isso. Ele sempre deu nome aos bois. Para ele, os Estados Unidos eram "um império do mal", um agressor, um Estado terrorista constantemente travando guerras para conquistar territórios ricos em recursos. Ele conclamou seus colegas na América Latina e Caribe para a criação de alianças com “força” para conter a política dos EUA. Ele pagou caro por isso. A liderança da Venezuela e os principais líderes da América Latina, que mantinham relações amigáveis com Chávez, não acreditam que ele tenha morrido por causas naturais. Os palpites de que tenha sido uma operação especial são expressos mais e mais frequentemente.
No dia da morte de Chávez, o vice-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse em um discurso à nação que "não há dúvida de que a saúde do Comandante Chávez foi atacada pelo inimigo". Ele disse que haviam bases sólidas para o lançamento de uma investigação. Segundo ele, "não há nem uma única dúvida e, no momento adequado, vamos convocar uma junta médica para confirmar que Chávez foi atacado". Ele ligou o caso de Chávez ao caso do líder da Frente de Libertação da Palestina, Yasser Arafat, cuja morte, disse Maduro, foi causada por envenenamento pelos israelenses. De acordo com resultados de pesquisas de laboratório realizadas no Instituto de Radiophysique, em Lausanne, Suíça, Arafat foi envenenado por polônio-210. Nicolás Maduro disse que foram coletadas amostras de tecido de Chávez para se fazer um diagnóstico. Sem revelar o nome do paciente, as amostras foram enviadas para o Brasil, China, Rússia e até mesmo aos EUA. A resposta foi a mesma, as células cancerígenas têm características especiais, como intensidade incomum de propagação e multiplicação nunca antes encontrados na prática médica.
De acordo com Maduro, uma comissão especial de investigação será encarregada de rever de forma abrangente os detalhes da morte de Chávez após a eleição em 14 de abril. Foi noticiado que o governo bolivariano pretende pagar um milhão de dólares em recompensa para aqueles que vão ajudar a tornar precisas as circunstâncias e a identificar quem cometeu o crime - o assassinato do presidente Chávez.
Tradução: Ana Amorim
Foto: Prensa Presidencial
O nazijornalismo do CQC | Brasil de Fato
O nazijornalismo do CQC | Brasil de Fato
O nazijornalismo do CQC
Leandro Fortes
A violência do CQC contra o deputado José Genoíno alcançou, essa semana, um grau de bestialidade que não pode ser dimensionado à luz do humorismo, muito menos no campo do jornalismo. Isso porque o programa apresentado por Marcelo Tas, no comando de uma mesa onde se perfilam três patetas da tristeza a estrebuchar moralismos infantis, não é uma coisa nem outra.
Não é um programa de humor, porque as risadas que eventualmente desperta nos telespectadores não vem do conforto e da alegria da alma, mas dos demônios que cada um esconde em si, do esgoto de bílis negra por onde fluem preconceitos, ódios de classe e sentimentos incompatíveis com o conceito de vida social compartilhada.
Não é jornalismo, porque a missão do jornalista é decodificar o drama humano com nobreza e respeito ao próximo. É da nobre missão do jornalismo equilibrar os fatos de tal maneira que o cidadão comum possa interpretá-los por si só, sem a contaminação perversa da demência alheia, no caso do CQC, manipulada a partir dos interesses de quem vê na execração da política uma forma cínica de garantir audiência.
A utilização de uma criança para esse fim, com a aquiescência do próprio pai, revela o grau de insanidade que esse expediente encerra. O que se viu ali não foi apenas a atuação de um farsante travestido de jornalista a fazer graça com a desgraça alheia, mas a perpetuação de um crime contra a dignidade humana, um atentado aos direitos humanos que nos coloca, a todos, reféns de um processo de degradação social liderado por idiotas com um microfone na mão.
A inclusão de um “repórter-mirim” é, talvez, o elemento mais emblemático dessa circunstância, revelador do desrespeito ao ofício do jornalismo, embora seja um expediente comum na imprensa brasileira. Por razões de nicho e de mercado, diversos veículos de comunicação brasileiros têm lançado, ao longo do tempo, mão dessa baboseira imprestável, como se fosse possível a uma criança ser repórter, ainda que por brincadeira.
Jornalismo é uma profissão de uma vida toda, a começar da formação acadêmica, a ser percorrida com dificuldade e perseverança. Dar um microfone a uma criança, ou usá-la como instrumento pérfido de manipulação, como fez o CQC com José Genoíno, não faz dela um repórter – e, provavelmente, não irá ajudá-la a construir um bom caráter. É um crime e espero, sinceramente, que alguma medida judicial seja tomada a respeito.
Não existem repórteres-mirins, como não existem médicos-mirins, advogados-mirins e engenheiros-mirins.
Existem, sim, cretinos adultos.
E, a estes, dedico o meu desprezo e a minha repulsa, como cidadão e como jornalista.
domingo, 17 de março de 2013
Sindicalistas holandeses participarão de intercâmbio em Ponta Grossa e Curitiba
Na semana de 17 a 23 de março de 2013, uma delegação de sindicalistas holandeses representantes da FNV - a maior Central Sindical Holandesa e seu maior sindicato filiado, o Bondgenoten (Aliados), visitará as cidades de Ponta Grossa e Curitiba, no Paraná, onde terá a oportunidade de conhecer o trabalho sindical organizado nestas localidades e trocar informações com seus colegas metalúrgicos brasileiros.
O intercâmbio faz parte de um projeto internacional de troca de experiências e informações desenvolvido por TIE-Brasil em parceria com TIE-Holanda, FNV-Bondgenoten e sindicatos brasileiros.
Além de visita à fábrica, a delegação terá a oportunidade de debater com os companheiros brasileiros temas como Organização no Local de Trabalho, Desafios da inclusão de jovens e mulheres ao trabalho sindical, Solidariedade Internacional, Cooperação Sindical Internacional e conhecer os métodos de produção coletiva de conhecimento desenvolvidos pelo movimento sindical Brasileiro.
Participarão das atividades representantes do Sindicato dos Metalúrgicos de Ponta Grossa, CUT-PR, CNM-CUT, Departamento dos Metalúrgicos do Paraná e Santa Catarina, TIE-Brasil, TIE-Holanda e FNV-Bondgenoten.
A visita prevê ainda uma partida de futebol entre os trabalhadores e sindicalistas holandeses e brasileiros.
O intercâmbio faz parte de um projeto internacional de troca de experiências e informações desenvolvido por TIE-Brasil em parceria com TIE-Holanda, FNV-Bondgenoten e sindicatos brasileiros.
Além de visita à fábrica, a delegação terá a oportunidade de debater com os companheiros brasileiros temas como Organização no Local de Trabalho, Desafios da inclusão de jovens e mulheres ao trabalho sindical, Solidariedade Internacional, Cooperação Sindical Internacional e conhecer os métodos de produção coletiva de conhecimento desenvolvidos pelo movimento sindical Brasileiro.
Participarão das atividades representantes do Sindicato dos Metalúrgicos de Ponta Grossa, CUT-PR, CNM-CUT, Departamento dos Metalúrgicos do Paraná e Santa Catarina, TIE-Brasil, TIE-Holanda e FNV-Bondgenoten.
A visita prevê ainda uma partida de futebol entre os trabalhadores e sindicalistas holandeses e brasileiros.
Fonte: TIE-Brasil
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Abertas as inscrições para o 2º Paraná Blogs
Desde às 0 hora de 27 de fevereiro de 2012 estão abertas as incrições para o 2º Paraná Blogs - Encontro de Blogueir@s, Redes Sociais e Cultura Digital do Paraná, o encontro de de todas as pessoas que defendem a Democracia, a Liberdade de Expressão, a Regulamentação das Mídias, o Marco Civil na Internet e a Democratização da Cultura e dos Meios de Comunicação no Paraná e no Brasil.
As incrições podem ser feitas aqui em nosso Blog. Basta preencher a Ficha de Inscrição de Participante do 2º Paraná Blogs.
O 2º Paraná Blogs acontecerá entre os dias 12 e 14 de abril de 2013, no Auditório Londrina do Memorial de Curitiba, no Largo da Ordem, Centro Histórico de Curitiba.
As inscrições para o 2º Paraná Blogs estarão abertas de 27/02 até às 23:59h do dia 05/04/2013.
Participe do 2º Paraná Blogs e venha debater conosco Democracia, a Liberdade de Expressão, a Regulamentação das Mídias, o Marco Civil na Internet e a Democratização da Cultura e dos Meios de Comunicação no Paraná e no Brasil.
As incrições podem ser feitas aqui em nosso Blog. Basta preencher a Ficha de Inscrição de Participante do 2º Paraná Blogs.
O 2º Paraná Blogs acontecerá entre os dias 12 e 14 de abril de 2013, no Auditório Londrina do Memorial de Curitiba, no Largo da Ordem, Centro Histórico de Curitiba.
As inscrições para o 2º Paraná Blogs estarão abertas de 27/02 até às 23:59h do dia 05/04/2013.
Participe do 2º Paraná Blogs e venha debater conosco Democracia, a Liberdade de Expressão, a Regulamentação das Mídias, o Marco Civil na Internet e a Democratização da Cultura e dos Meios de Comunicação no Paraná e no Brasil.
De Collor para Gurgel: "cale a boca"
Ex-presidente, que conseguiu aprovar pedido de investigação sobre a compra de 1,2 mil iPads pela procuradoria-geral da República, comandada por Roberto Gurgel, disse ainda que o tribunal vai dar a palavra final sobre os "crimes" que teriam sido cometidos pelo PGR; aquisição de R$ 3 milhões em tablets teria sido direcionada, segundo o senador alagoano, para a Apple
Uma semana depois de convencer o Senado Federal a aprovar pedido para que o Tribunal de Contas da União investigue a compra de 1,2 mil iPads pela procuradoria-geral da República (leia mais aqui), o ex-presidente Fernando Collor subiu o tom contra Roberto Gurgel. "Ele tem que calar a boca. Ele e a sua trupe corporativista de emulas [rivais]. Agora é o Senado que quer saber de tudo. Por isso, cale a boca e espere o TCU dar a palavra final. Só ele é capaz de dizer se o senhor prevaricou, ou não. Se cometeu mais um ilícito a acrescentar ao seu portfólio criminoso", afirmou Collor.
Gurgel havia qualificado o pedido de investigação feito por Collor como "risível" (leia aqui) e afirmou que a representação poderia ser uma retaliação por sua atuação ao longo do julgamento da Ação Penal 470. O ex-presidente, no entanto, acusa Gurgel de direcionar para a Apple a compra de tablets, no valor de R$ 3 milhões. E já havia acusado Gurgel de prevaricar também no caso do ex-senador Demóstenes Torres, ao engavetar as investigações da Operação Monte Carlo.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Uma verdade incômoda

Por Willian Novaes, da Geração Editorial:
Neste livro corajoso, A Outra História do Mensalão – As contradições de um julgamento político (R$ 34,90, pag. 352), independente e honesto, o jornalista Paulo Moreira Leite, que foi diretor de Época e redator-chefe de Veja, entre outras publicações, ousa afirmar que o julgamento do chamado mensalão foi contraditório, político e injusto, por ter feito condenações sem provas consistentes e sem obedecer a regra elementar do Direito segundo a qual todos são inocentes até que se prove o contrário.
Os acusados estavam condenados – por aquilo que Moreira Leite chama de opinião publicada, que expressa a visão de quem tem acesso aos meios de comunicação, para distinguir de opinião pública, que pertence a todos - antes do julgamento começar. Naquele que foi o mais midiático julgamento da história brasileira e, possivelmente, do mundo, os juízes foram vigiados pelo acompanhamento diário, online, de todos os seus atos no tribunal. Na sociedade do espetáculo, os juízes eles se digladiaram, se agrediram, se irritaram e até cochilaram aos olhos da multidão, como num reality show.
Este livro contém os 37 capítulos publicados pelo autor em blog que mantinha em site da revista Época, durante os quatro meses e 53 sessões no STF. A estes artigos Moreira Leite acrescentou uma apresentação e um epílogo, procurando dar uma visão de conjunto dos debates do passado e traçar alguma perspectiva para o futuro. O prefácio é do reconhecido e premiado jornalista Janio de Freitas, atualmente colunista da Folha de S. Paulo. Esse é o 7° titulo da coleção Historia Agora, lançada pela Geração Editorial, entre os livros desta coleção está o best seller, A Privataria Tucana.
Ler esses textos agora, terminado o julgamento, nos causa uma pavorosa sensação. O Supremo Tribunal Federal Justiça, guardião das leis e da Constituição, cometeu injustiças e este é sem dúvida um fato, mais do que incômodo, aterrador.
Como no inquietante Processo, romance de Franz Kafka, no limite podemos acreditar na possibilidade de sermos acusados e condenados por algo que não fizemos, ou pelo menos não fizemos na forma pela qual somos acusados.
Num gesto impensável num país que em 1988 aprovou uma Constituição chamada cidadã, o STF chegou a ignorar definições explícitas da Lei Maior, como o artigo que assegura ao Congresso a prerrogativa de definir o mandato de parlamentares eleitos.
As acusações, sustenta o autor, foram mais numerosas e mais audaciosas que as provas, que muitas vezes se limitaram a suspeitas e indícios sem apoio em fatos.
A denúncia do “maior escândalo de corrupção da história” relatou desvios de dinheiro público mas não conseguiu encontrar dados oficiais para demonstrar a origem dos recursos. Transformou em crime eleitoral empréstimos bancários que o PT ao fim e ao cabo pagou. Culpou um acusado porque ele teria obrigação de saber o que seus ex-comandados faziam (fosse o que fosse) e embora tipificasse tais atos como de “corrupção”, ignorou os possíveis corruptores, empresários que, afinal, sempre financiaram campanhas eleitorais de todos, acusados e acusadores.
Afinal, de que os condenados haviam sido acusados? De comprar votos no Congresso com dinheiro público, pagando quantias mensais aos que deveriam votar, políticos do próprio PT – o partido do governo! – e de outros partidos. Em 1997 um deputado confessou em gravação publicada pelo jornal Folha de S. Paulo que recebera R$ 200 mil para votar em emenda constitucional que daria a possibilidade de o presidente FHC ser reeleito. Mas – ao contrário do que aconteceu agora – o fato foi considerado pouco relevante e não mereceu nenhuma investigação oficial.
Dois pesos, duas medidas. Independentemente do que possamos aceitar, nos limites da lei e de nossa moral, o fato é que, se crimes foram cometidos, os criminosos deveriam ter sido, sim, investigados, identificados, julgados e, se culpados, condenados na forma da lei. Que se repita: na forma da lei.
É ler, refletir e julgar. Há dúvidas – infelizmente muitas – sobre se foi isso o que de fato aconteceu.
Serviço:
Titulo: A outra história do mensalão
Autor: Paulo Moreira Leite
R$ 34,90
Formato 16x23
Número de páginas 352
Edição 1
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Venício Lima: Sob o ensurdecedor silêncio da grande mídia brasileira
Via Viomundo – O que você não vê na mídia
Leveson deu a saída, no Reino Unido…
REGULAÇÃO EM DEBATE
Depois de Leveson, a União Europeia
Sob o ensurdecedor silêncio da grande mídia brasileira, foi divulgado em Bruxelas, na terça-feira (22/1), o relatório “Uma mídia livre e pluralista para sustentar a democracia europeia”, comissionado pela vice-presidente da União Europeia, Neelie Kroes, encarregada da Agenda Digital [ver aqui a íntegra do relatório, acesso em 23/1/2013].
Preparado por um grupo de alto nível (HLG) presidido pela ex-presidente da Letônia, Vaira Vike-Freiberga, e do qual faziam parte Herta Däubler-Gmelin, ex-ministra da Justiça alemã; Luís Miguel Poiares Pessoa Maduro, ex-advogado geral na Corte de Justiça Europeia; e Ben Hammersley, jornalista especializado em tecnologia, o relatório faz trinta recomendações sobre a regulamentação da mídia como resultado de um trabalho de 16 meses que começou em outubro de 2011. As recomendações serão agora debatidas no âmbito da Comissão Europeia.
O relatório
O relatório, por óbvio, deve ser lido na íntegra. Ele começa com um sumário das principais conclusões e recomendações e, na parte substantiva, está dividido em cinco capítulos que apresentam e discutem as bases conceituais e jurídicas que justificam as diferentes recomendações: (1) por que a liberdade da mídia e o pluralismo importam; (2) o papel da União Europeia; (3) o mutante ambiente da mídia; (4) a proteção da liberdade do jornalista; e, (5) o pluralismo na mídia.
Há ainda um anexo de 12 páginas que lista as autoridades ouvidas, as contribuições escritas recebidas e os documentos consultados. A boa notícia é que quase todo esse material está disponível online.
Para aqueles a favor da regulamentação democrática da mídia – da mesma forma que já havia acontecido com o relatório Leveson – é alentador verificar como antigas propostas sistematicamente taxadas pela grande mídia e seus aliados da direita conservadora de autoritárias, promotoras da censura e inimigas da liberdade de expressão, são apresentadas e defendidas por experts internacionais, comissionados pela União Europeia.
Fundamento de todo o relatório são os conceitos de liberdade de mídia e pluralismo. Está lá:
“O conceito de liberdade de mídia está intimamente relacionado à noção de liberdade de expressão, mas não é idêntico a ela [grifo meu]. A última está entronizada nos valores e direitos fundamentais da Europa: ‘Todos têm o direito à liberdade de expressão. Este direito inclui a liberdade de ter opiniões, de transmitir (impart) e receber informações e ideias sem interferência da autoridade pública e independente de fronteiras’ (…).
“Pluralismo na mídia é um conceito que vai muito além da propriedade. Ele inclui muitos aspectos, desde, por exemplo, regras relativas a controle de conteúdo no licenciamento de sistemas de radiodifusão, o estabelecimento de liberdade editorial, a independência e o status de serviço público de radiodifusores, a situação profissional de jornalistas, a relação entre a mídia e os atores políticos etc. Pluralismo inclui todas as medidas que garantam o acesso dos cidadãos a uma variedade de fontes e vozes de informação, permitindo a eles que formem opiniões sem a influência indevida de um poder [formador de opiniões] dominante.”
Encontram-se no relatório propostas como: (1) a introdução da educação para a leitura crítica da mídia nas escolas secundárias; (2) o monitoramento permanente do conteúdo da mídia por parte de organismo oficial ou, alternativamente, por um centro independente ligado à academia, e a publicação regular de relatórios que seriam encaminhados ao Parlamento para eventuais medidas que assegurem a liberdade e o pluralismo; (3) a total neutralidade de rede na internet; (4) a provisão de fundos estatais para o financiamento da mídia alternativa que seja inviável comercialmente, mas essencial ao pluralismo; (5) a existência de mecanismos que garantam a identificação dos responsáveis por calúnias e a garantia da resposta e da retratação de acusações indevidas.
Pelo histórico de feroz resistência que encontra entre nós, vale o registro uma proposta específica. Após considerações sobre o reiterado fracasso de agências autorreguladoras, o relatório propõe:
“Todos os países da União Europeia deveriam ter conselhos de mídia independentes, cujos membros tenham origem política e cultural equilibrada, assim como sejam socialmente diversificados. Esses organismos teriam competência para investigar reclamações (…), mas também certificariam de que as organizações de mídia publicaram seus códigos de conduta e revelaram detalhes sobre propriedade, declarações de conflito de interesse etc. Os conselhos de mídia devem ter poderes legais, tais como a imposição de multas, determinar a publicação de justificativas [apologies] em veículos impressos ou eletrônicos, e cassação do status jornalístico.”
E no Brasil?
A publicação de mais um estudo oficial sobre regulamentação da mídia, desta vez pela União Europeia, menos de dois meses depois do relatório Leveson na Inglaterra, revela que o tema é pauta obrigatória nas sociedades democráticas e não apenas em vizinhos latino-americanos como a Argentina, o Uruguai e o Equador, mas, sobretudo, na Europa.
No Brasil, como se sabe, “faz-se de conta” que não é bem assim e o tema permanece “esquecido” pelo governo, além de demonizado publicamente pela grande mídia como ameaça à liberdade de expressão.
Quem se beneficia com essa situação? Até quando seguiremos na contramão da história?
***
[Venício A. de Lima é jornalista e sociólogo, pesquisador visitante no Departamento de Ciência Política da UFMG (2012-2013), professor de Ciência Política e Comunicação da UnB (aposentado) e autor de Política de Comunicações: um Balanço dos Governos Lula (2003-2010), Editora Publisher Brasil, 2012, entre outros livros]
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
O barraco de Fátima
Via Mariadapenhaneles
O bombeiro explicou para os apresentadores do "Bom Dia Brasil", aqui , várias vezes e logo após a Globo volta com o mesmo bombeiro e Fátima faz as mesmas perguntas.
O bombeiro se revoltou várias vezes porque afinal a Globo já resolveu não entender e culpou o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul, que "coincidentemente" é governado pelo Partido dos Trabalhadores.
A apresentadora só mostrou desconhecimento das leis e normas que o bombeiro explicava e explicava e explicava...
Vergonha alheia é o que sinto.
O bombeiro explicou para os apresentadores do "Bom Dia Brasil", aqui , várias vezes e logo após a Globo volta com o mesmo bombeiro e Fátima faz as mesmas perguntas.
O bombeiro se revoltou várias vezes porque afinal a Globo já resolveu não entender e culpou o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul, que "coincidentemente" é governado pelo Partido dos Trabalhadores.
A apresentadora só mostrou desconhecimento das leis e normas que o bombeiro explicava e explicava e explicava...
Vergonha alheia é o que sinto.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Sem propostas, PSDB parte para a um palavreado tosco e primário
A Bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados comemora, junto com o povo brasileiro, o pronunciamento feito pela presidenta Dilma Rousseff sobre a inédita redução das contas de luz para consumidores residenciais e industriais. A conquista histórica foi aprovada no final do ano passado pelo Congresso Nacional, a despeito da oposição do PSDB/DEM. O Brasil inteiro pôde ver que rejeitaram as condições do acordo proposto pelo governo para redução da tarifa as companhias energéticas Cesp (São Paulo), Cemig (Minas Gerais), Copel (Paraná), todas de estados governados pelo PSDB.
Prevaleceu, ao final, o interesse maior da população brasileira, com a adoção de um modelo que preserva os investimentos no setor elétrico, ajuda a combater a inflação e estimula o setor produtivo num momento de turbulência da economia mundial. O pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff, levado ao ar em cadeia nacional de rádio e televisão na quarta-feira (23), levou ao conhecimento dos brasileiros a importância da redução das tarifas para os interesses nacionais.
Dilma tem o que mostrar, ao passo que o PSDB nos oito anos em que esteve à frente do governo federal deixou como legado a façanha de quebrar o país três vezes e provocar um apagão de mais de um ano, levando o Brasil de volta à era das lamparinas. Nos últimos dez anos, com o PT e aliados, nosso pais transformou-se profundamente, com crescimento e justiça social. No setor elétrico, além de reduzirmos as tarifas, refizemos o modelo e afastamos de vez o perigo da repetição dos apagões da era tucana.
A nota do PSDB divulgada nesta quinta-feira (24) mostra claramente que faltam à oposição propostas para o país e sobra a surrada opção de distorcer e manipular os fatos. Antidemocrático é censurar a palavra da presidenta sobre as conquistas de seu governo e querer estabelecer inclusive o cenário e quando ela deve falar à Nação.
Em verdade, os tucanos mais uma vez entraram num beco sem saída. Resolveram assumir uma posição dura contra a redução das tarifas de energia elétrica, talvez supondo que conseguiriam derrotar a proposta do governo. Talvez o episódio sirva para reorientar a eterna campanha eleitoral dos tucanos. Com um pouco mais de atenção eles terminarão percebendo que a tática de se posicionar contra a redução das tarifas de energia elétrica seja contraproducente. Essa não seria a primeira vez. Os tucanos já foram contra o programa bolsa família, a redução dos juros e o Pró-Uni, dentre outras iniciativas que tem transformado positivamente o Brasil, nos últimos dez anos. Essa é a diferença entre nós e eles!
Deputado José Guimarães-PT/CE
Líder da Bancada na Câmara“
Com medo de Dilma e do PT, tucanos apelam para cooptação
Blog do Zé - Zé Dirceu
Essa cooptação acontece em São Paulo e Minas Gerais, articulada por Geraldo Alckmin e Aécio Neves. Mas também há o Paraná, onde cargos em secretarias vêm sendo oferecidos tendo 2014 como alvo.
Os métodos de cooptação, o toma-lá-dá-cá explícito e o fisiologismo é que importam nessa ofensiva do tucanato. A competência técnica e profissional dos indicados não interessa a eles.
Mostrando cada vez mais medo da reeleição da presidenta Dilma Rousseff e dos candidatos do PT em 2014, o PSDB resolveu apelar para a cooptação de cargos. Leio na Folha de S.Paulo de hoje que os tucanos têm assediado partidos da base federal prometendo cargos em administrações locais. Tudo na tentativa de diminuir o apoio a Dilma nas eleições de 2014.
Essa cooptação acontece em São Paulo e Minas Gerais, articulada por Geraldo Alckmin e Aécio Neves. Mas também há o Paraná, onde cargos em secretarias vêm sendo oferecidos tendo 2014 como alvo.
Além da forte popularidade de Dilma, o PT está unido e tem nesses três Estados candidatos fortes e competitivos. Com o temor de serem mais uma vez derrotados nas urnas, os tucanos apelam novamente.
Os métodos de cooptação, o toma-lá-dá-cá explícito e o fisiologismo é que importam nessa ofensiva do tucanato. A competência técnica e profissional dos indicados não interessa a eles.
E o pior: a operação aparece neutra na mídia, é mostrada como legítima, como parte do jogo político da sucessão iniciado por eles e agora atribuída ao pronunciamento da presidenta Dilma.
É mais um joguinho que não leva a nada, mas dá um falso prazer à oposição.
domingo, 20 de janeiro de 2013
Há três décadas morria um dos maiores gênios da história do futebol mundial.
Manuel Francisco dos Santos, o Mané Garrincha ou simplesmente Garrincha (Magé, 28 de outubro de 1933 — Rio de Janeiro, 20 de janeiro de 1983) foi um futebolista brasileiro que se notabilizou por seus dribles desconcertantes apesar do fato de ter suas pernas tortas. É considerado por alguns o maior jogador de futebol de todos os tempos e o mais célebre ponta-direita da história do futebol. No auge de sua carreira, passou a assinar Manuel dos Santos, em homenagem a um tio homônimo, que muito o ajudou. Garrincha também é amplamente considerado como o maior driblador da história do futebol.
Garrincha, "O Anjo de Pernas Tortas" , foi um dos heróis da conquista da Copa do Mundo de 1958 e, principalmente, da Copa do Mundo de 1962 quando, após a contusão de Pelé, se tornou o principal jogador do time brasileiro. A força do seu carisma ficou marcada rapidamente nas palavras do poeta de Itabira, Carlos Drummond de Andrade, numa crônica publicada no Jornal do Brasil, no dia 21 de janeiro de 1983, um dia após a morte do genial Garrincha:
"Se há um Deus que regula o futebol, esse Deus é sobretudo irônico e farsante, e Garrincha foi um de seus delegados incumbidos de zombar de tudo e de todos, nos estádios. Mas, como é também um Deus cruel, tirou do estonteante Garrincha a faculdade de perceber sua condição de agente divino. Foi um pobre e pequeno mortal que ajudou um país inteiro a sublimar suas tristezas. O pior é que as tristezas voltam, e não há outro Garrincha disponível. Precisa-se de um novo, que nos alimente o sonho."
- Carlos Drummond de Andrade
Foto: O ponta-direita Mané Garrincha - Copa do Mundo, 1962. Acervo UH/Folhapress
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Fique esperto: supostas mensagens do Facebook pedem que as contas da América Latina sejam atualizadas
Recebemos a mensagem abaixo, supostamente proveniente do Facebook, em uma conta de e-mail que não está nem nunca esteve registrada naquela rede social:
Devido a uma falha em nossos sistemas, muitas das contas cadastradas foram hackeadas,
para que você não tenha os mesmos transtornos, pedimos que instale a sua atualização,
caso o contrario sua conta ficara suspensa por 30 dias.
Atualização obrigatoria para todos os usuarios da america latina.
Evidentemente se trata de um spam enviado por espertinhos que, além de não saber escrever direito em português, querem crackear as contas do Facebook.
Se não fosse um spam, mas sim uma mensagem oficial do Facebook, restaria perguntar:
- Onde o Facebook teria conseguido o endereço de e-mail que não está cadastrado lá?
- Que raios de segurança seletiva tem esta rede social que a deixa vulnerável apenas no continente latinoamericano?
De todas as formas, fique esperto e não caia no conto do vigário, pois mesmo que cancelassem sua conta, você não perdaria nada de importante neste mês de cancelamento. Ao contrário, ganharia tempo livre para fazer coisas mais interessantes.
Fonte: Bertoni
Devido a uma falha em nossos sistemas, muitas das contas cadastradas foram hackeadas,
para que você não tenha os mesmos transtornos, pedimos que instale a sua atualização,
caso o contrario sua conta ficara suspensa por 30 dias.
Atualização obrigatoria para todos os usuarios da america latina.
Evidentemente se trata de um spam enviado por espertinhos que, além de não saber escrever direito em português, querem crackear as contas do Facebook.
Se não fosse um spam, mas sim uma mensagem oficial do Facebook, restaria perguntar:
- Onde o Facebook teria conseguido o endereço de e-mail que não está cadastrado lá?
- Que raios de segurança seletiva tem esta rede social que a deixa vulnerável apenas no continente latinoamericano?
De todas as formas, fique esperto e não caia no conto do vigário, pois mesmo que cancelassem sua conta, você não perdaria nada de importante neste mês de cancelamento. Ao contrário, ganharia tempo livre para fazer coisas mais interessantes.
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