terça-feira, 26 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Em quem eu acredito. Na Folha ou nos outros?
As exportações brasileiras superaram as importações em US$ 3,7 bilhões no mês de abril, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (4) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O resultado é o melhor desde maio de 2008, quando o superávit da balança comercial ficou em US$ 4,075 bilhões.
O dado também representa o terceiro mês de recuperação do comércio exterior brasileiro, desde o déficit de US$ 524 milhões registrado em janeiro deste ano.
Considerando o critério da média diária, o superávit de abril também significa uma alta de 130,4% sobre o dado de março e de 124,4% sobre abril de 2008.
Em abril, as exportações somaram US$ 12,3 bilhões (média diária de US$ 616 milhões), enquanto as importações ficaram em US$ 8,6 bilhões (média diária de US$ 430 milhões).
Somente na semana de 27 a 30 de abril, com quatro dias úteis, o superávit comercial foi de US$ 1,167 bilhão em razão de exportações de US$ 2,828 bilhões e importações de US$ 1,661 bilhão.
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De carona no mercado externo, Bovespa inicia maio com forte alta
O mês de maio começa com forte valorização na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), chegando a romper a marca de 50 mil pontos, patamar que não registrava desde setembro do ano passado.
Às 16h12 desta segunda-feira (4), o Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, subia 5,85%, a 50.058 pontos, acompanhando o dia positivo nos mercados mundiais.
As compras seguem o bom humor externo e são impulsionadas pelas notícias positivas provenientes da China, onde o índice de atividade industrial voltou a aumentar. Fora isso, existia espaço para uma correção técnica depois do feriadodo Dia do Trabalho de sexta-feira, quando os papéis brasileiros negociado em Nova York registraram valorização.
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Venda de automóveis cai em abril mesmo com IPI reduzido; veja ranking
KAREN CAMACHO
Editora-assistente de Dinheiro da Folha Online
A prorrogação dos descontos de IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) pelo governo não foi suficiente para manter as altas nas vendas de automóveis e comerciais leves em abril, segundo dados antecipados pela Folha Online. O desempenho ficou abaixo de março deste ano e de abril de 2008. No resultado por marca, a Fiat liderou o mercado.
Foram vendidos 224.411 automóveis e comerciais leves no mês de abril (sem contar caminhões, ônibus e motos), queda de 13,9% sobre março deste ano (260.924) e de 9,48% sobre abril de 2008 (247.926).
No ano, já foram vendidos 866.382 automóveis e comerciais leves, resultado 0,14% superior ao registrado entre janeiro e abril do ano passado (865.172).
A Anfavea (Associação dos Fabricantes de Veículos Automotores) já havia previsto que a renovação do IPI não provocaria o mesmo impacto do início, mas evitaria um recuo muito grande nas vendas.
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Globo desmente a Folha
A notícia no G1 é essa: Os feirões de automóveis já respondem por 25% das vendas de carros novos no país. Um feirão da Chevrolet realizado pelo grupo Pallazo na Marginal do Tietê, feito no fim de semana estendido com o feriado de Tiradentes (abril), levou ao local mais de 1,6 mil pessoas. "Vendemos 382 carros em quatro dias, enquanto nossa média mensal é de 340 unidades", informa Carlos Palazzini, dono da empresa. Além dos feirões de fábrica e de concessionárias, as montadoras alugam amplas áreas para os eventos, como estacionamentos de shopping center e até de clube de futebol. Na semana retrasada, a General Motors (GM) realizou um feirão no Estádio da Portuguesa, na Marginal do Tietê, corredor que vem se tornando um dos mais disputados para essas ações
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sexta-feira, 1 de maio de 2009
O espetáculo da gripe
Lá vamos nós, de novo, embarcar na montanha russa da mídia. Agora é a vez de você, caro telespectador, curtir todas as emoções da gripe seja-lá-como-decidiram-batizá-la.Uma amiga, no México, me liga: e aí? Fique tranquila. Você não vai pegar gripe. Como assim? Respondo: quantos casos OFICIAIS existem no México? Algumas centenas? Ora, se a Cidade do México tem 22 milhões de habitantes a chance de você pegar a gripe E morrer é tão grande quanto a de acertar na Mega Sena. Oficialmente, ao que eu sei, são menos de 10 mortes no México, que é o epicentro da "epidemia".
Além disso, as chances de você se recuperar da gripe são grandes. É só comparar a relação casos confirmados/mortes no México ou fora dele. Quantas mortes a malária causa anualmente? Um milhão. Isso mesmo: um milhão de pessoas morrem de malária, doença de pobre, todo ano. É por isso que minha amiga, ao circular na periferia da Cidade do México, descobriu que ninguém usa a máscara. O mexicano comum sabe que é mais provável que morra "atirado" ou atropelado do que de gripe.Nos próximos dias, teremos todas as manchetes óbvias sobre os bebês, os anões e as mulheres grávidas que pereceram diante da "nova" enfermidade. Meu coração ficará com as vítimas e suas famílias. Nunca com os repórteres que vão fingir preocupação diante de hospitais e centros de pesquisa. Eles estarão a serviço do "espetáculo da gripe", assim como estiveram, não faz muito tempo, a serviço do sacrifício ritual da adolescente Eloá.
"Mas, Azenha, você não acredita na TV?". Costumo dizer que cobro um preço para fazer TV. Para assistir custa mais caro. Não suporto mais "indignação", "preocupação" e "emoção" ensaiadas, de estúdio, essa farsa repetitiva que ocupa o espaço entre dois comerciais.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Os porcos perigosos andam de terno
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Leitão comenta a gripe suina
O mundo não se recuperou da crise econômica e, agora, o fantasma de uma pandemia aflige os países. A gripe suína não poderia chegar em pior momento. Ela agrava a incerteza, diminui o comércio mundial, que este ano já está encolhendo, afeta preços das commodities e espalha o vírus do medo, o pior companheiro da economia. O México enfrenta várias calamidades.
Com medo, o consumidor, de qualquer país, paralisa decisões econômicas, posterga viagens e compras, adota posições defensivas que, em geral, têm efeito paralisante na economia. O mundo estava começando a ver sinais de luz no horizonte. A revista The Economist alerta, inclusive, que nem se pode ainda concluir desses sinais que “o pior passou”. A revista aconselha esquecer a expressão, porque ela desmobiliza os esforços governamentais e empresariais de superação da crise econômica.
Dois terços dos 42 mercados de capitais que a Economist acompanha registraram altas de mais de 20% nas últimas seis semanas. Apesar disso, a crise bancária não foi resolvida, e o PIB mundial vai encolher pela primeira vez em 60 anos. O FMI alerta para a devastação que a crise vai provocar entre os pobres.
É sobre este corpo debilitado pela crise econômica que recai o risco de uma pandemia. Controlar e debelar este risco é um desafio de saúde pública e uma emergência econômica. Num mundo globalizado, tudo se espalha como rastilho de pólvora: o pânico econômico, os vírus de uma doença.
O México está em recessão, teve ontem um terremoto e enfrenta o pânico da gripe suína cancelando a vida normal: foram fechados cinemas, museus, teatros, escolas. Mas o problema não é mexicano. Houve reflexos e tensão no mundo inteiro.
Juiz que tentou ferrar com Requião foi afastado

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou o afastamento do desembargador federal Edgard Antônio Lippman Júnior, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que engloba os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O relatório pedindo a saída do desembargador foi apresentado pelo presidente da comissão de sindicância e corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp. O órgão também pediu a abertura de processo administrativo disciplinar contra ele para apurar várias denúncias, entre elas, a venda de sentenças e liminares. O desembargador ficou conhecido por determinar o fim da aparição da imagem do governador Roberto Requião (PMDB) na Escola de Governo ao longo de 2008, na TV Paraná Educativa.
Veja quem é o empresário que quer processar o Min. Joaquim Barbosa

De acordo com o Cloaca News:
O que o brilhante jornalismo do maior grupo de comunicação do país não quis informar é que esse exemplar cidadão possui mais de 900 processos judiciais tramitando contra ele, por crimes como estelionato, contra a honra, extorsão, uso de documento falso, coação, denúncia caluniosa e falsidade ideológica.
Veja neste link da TV Morena de Mato Grosso a reportagem
domingo, 26 de abril de 2009
Chaplin atualizado
Veja é racista

O título é racista. Diz que Joaquim Barbosa teve um "dia de índio", ou seja, de "selvagem". "Selvagens" era também como os colonizadores europeus definiam os negros africanos para justificar a escravidão e a barbárie. Barbosa fez "coisa de índio", já que "de negro" seria explícito demais. A elite escravocrata brasileira entende muito bem esse tipo de recado. É discurso de ressonância no inconsciente coletivo. "Viu só, o que dá oferecer a eles uma chance?".
Veja mais no AZENHA e no NASSIF
Folha assume que fez reporcagem sobre Dilma com material de um spam
É o porcalismo de resultados em ação. Tudo ali era fake. A reporcagem dizia que grupo de Dilma iria sequestrar Delfim Netto, à época ministro da ditadura. O sequestro não houve, Dilma nunca soube dele, nem de várias das outras acusações contidas na até o momento mais forte candidata a Reporcagem do Ano (pau a pau com a de O Globo sobre Brizola).
Leia o texto completo no blog do mello
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Estou com o Ministro Joaquim Barbosa
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Ministros do STF batem boca em sessão
sexta-feira, 17 de abril de 2009
“The Economist” reconhece equívoco das privatizações da era FHC
A matéria se refere à manutenção da gestão estatal, por parte do governo Luiz Inácio Lula da Silva, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), instituições financeiras líderes de empréstimos para empresas e que FHC tentou, sem sucesso, privatizar.
“Outros países estão tentando descobrir como alavancar bancos e direcionar o crédito para as necessidades identificadas. Isso é algo que o Brasil faz, inclusive quando não era ‘moda’. Nos bancos privados, as exigências de depósitos e garantias para financiamentos os impediram de correr os riscos financeiros que acabaram por derrubar bancos na Europa e nos Estados Unidos. Até agora, o crédito do Brasil foi ‘mordiscado’, mas não ‘triturado’, destacou o texto.
Leia o texto completo aqui
